
Em matéria de amor, seremos sempre amadores. E é bom que seja assim. Amamos e, enquanto amamos, aprendemos a amar. É dessa forma que pais e filhos se amam. É nesse momento que a proximidade e o aconchego são importantes. Muitas vezes, não entendemos as peculiaridades dos filhos, mas se estivermos juntos, não haverá necessidade de explicações. As relações com os filhos caminham mais pela trilha do sentimento do que pelos caminhos da razão...
O amor é institucional. Não precisamos a amar, no sentido em que aprendemos métodos e técnicas. Amar é, de fato, coisa de amador. Seremos sempre amadores, mesmo que amemos durante toda a vida.
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